O Assassinato do Arquiduque

E o primeiro livro do ano está lido!
O Assassinato do Arquiduque, de Greg King e Susan Woolman, foi um presente de natal que pedi à minha irmã para ler como continuação de Os Três Imperadores, de Miranda Carter.

E o primeiro livro do ano está lido!
O Assassinato do Arquiduque, de Greg King e Susan Woolman, foi um presente de natal que pedi à minha irmã para ler como continuação de Os Três Imperadores, de Miranda Carter.
Em 2012 tive a felicidade de visitar São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia. A ex-capital do país tem muitos pontos de interesse como, por exemplo, o Museu Hermitage, o rio Neva, a Catedral do Sangue Derramado ou a Avenida Nevski. No entanto, como admiradora incondicional de Dostoiévski, também quis conhecer a antiga casa do escritor que hoje é um museu aberto ao público.
Localizada num canto entre as ruas Kuznechny 5/2 e Dostoevskogo Ulitsa, o apartamento reconstruido e mobilado de acordo com as recordações da segunda mulher do autor e de amigos próximos, foi a casa de Dostoiévski durante dois períodos da sua vida. O primeiro em 1846, no início da sua carreira, e o segundo desde o final de 1878 até à sua morte. Terá sido aqui que Dostoiévski escreveu Os Demónios (1871) e Os Irmãos Karamazov (1880).
A casa está muito bem conservada e exibe objectos pessoais como cigarros, móveis, pratos, papéis, brinquedos e até um chapéu. Gostei muito de conhecer este espaço intimo de Dostoievski e da sua família, recomendando, claro está, uma visita ao local a todos os amantes dos seus livros. A sinalizar o museu está uma estátua em homenagem ao escritor na rua que também tem o seu nome.
Dead Man’s Folly (1956)
Come, Tell Me How You Live (1946)
Two travellers sat alone in a train carriage.
‘Do you believe in ghosts?’ asked one, by way of conversation.
‘Yes’, said the other, and vanished.
Anon.
Parabéns à escritora canadiana Alice Munro pela atribuição do prémio Nobel de Literatura 2013.
Muito merecido!