Este sábado, dia 28 de maio, fui à recém inaugurada Feira do Livro de Lisboa 2016. O dia estava bonito e a lista de autores para as sessões de autógrafos (o que verdadeiramente me interessava) era bastante apelativa.
Fui em busca dos meus livros que queria ver autografados e recolhi três: O Vendedor de Passados, de José Eduardo Agualusa; A Nau de Ícaro, de Eduardo Lourenço; A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joel Dicker. Destes, ainda só li o primeiro.
Nas sessões de autógrafos fico geralmente muito envergonhada e não consigo manter uma conversa decente com o escritor. Limito-me a cumprimentá-lo, a dizer que gostei muito do livro, caso o tenha lido, a dizer o meu nome, a agradecer, quiçá a tirar uma fotografia e a ir-me embora porque há mais gente na fila. Foi o que aconteceu desta vez. Os escritores foram muito simpáticos e amáveis, o Eduardo Lourenço comentou comigo o ambiente da feira e o Joel Dicker, ao ouvir-me cumprimentá-lo em francês, perguntou-me se eu falava a sua língua e fico contente quando lhe pedi o autógrafo em francês.
Também aproveitei para comprar alguns livros a preço de saldo. Poucos, porque estou a tentar reduzir ao máximo a minha pilha de livros para ler. Foram eles;
– Silas Marner, de George Eliot
– A Pair of Blue Eyes, de Thomas Hardy
– Rob Roy, de Sir Walter Scott (já o li mas não tinha a cópia do livro)
– Peter Pan, de J. M. Barrie
– A Arte da Guerra, de Sun Tzu
No próximo sábado voltarei à Feira do Livro para assinar outras obras.




