Literatura Britânica

Sherlock Holmes

Neste início de ano, resolvi ler a série completa do detetive Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle. Li O Signo dos Quatro (fiz um post sobre o livro) o ano passado e, como gostei muito e tinha As Aventuras de Sherlock Holmes em casa, decidi comprar os restantes livros que me faltavam e ler a série por ordem cronológica.

Na imagem estão os primeiros três livros: Um Estudo em Vermelho (1887); O Signo dos Quatro (1888); e As Aventuras de Sherlock Holmes (1892). Os dois primeiros são romances e o terceiro é uma antologia de contos. Quem os “escreve” é Watson, o fiel companheiro e biógrafo de Holmes, médico retornado da guerra no Afeganistão e seu ajudante no terreno. Um perfeito sidekick que basicamente veste o papel do leitor nas suas interrogações e divagações.

Sherlock Holmes é o que imaginamos e um pouco mais. Metódico, o seu conhecimento do mundo começa e acaba nos temas que o podem auxiliar na resolução de crimes, é campeão de boxe e um homem bastante atlético, vive sozinho (ou com Watson), e gosta de fumar ópio de vez em quando. Tem o coração e a cabeça no lugar, detesta escândalos e adora pôr os criminosos na prisão. Devo confessar que o actor Benedict Cumberbatch nunca me convenceu no papel da personagem. Para mim, o actor que melhor personifica Holmes é Jeremy Brett na sua inesquecível interpretação na série dos anos 80 da ITV.

Gostei muito destes três livros e, neste momento, já vou no penúltimo de todos (O Vale do Terror). Para a semana falarei dos outros que já li, concentrando-me um pouco mais no enredo das histórias. Estou a desfrutar muito da leitura e recomendo-a a todos os que gostam de histórias leves de detetives.

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