Este foi um dos livros mais belos que já li.
Não porque fala de uma história de amor, ou de um herói que, no final, conseguiu singrar, mas porque é um testemunho real de um homem que era adolescente quando foi levado para um campo de concentração nazi.
Elie Wiesel, prémio Nobel da Paz em 1986, é um sobrevivente judeu do nazismo. Perdeu os pais e a irmã, a quem dedica esta obra, em campos de concentração, e conseguiu ultrapassar com uma coragem e uma vontade quase sobre-humanas ao terror que aconteceu durante a II Guerra Mundial.
A Noite (127 págs, Texto Editora), juntamente com o diário de Anne Frank, é um livro obrigatório para quem quiser compreender melhor o que significava ser judeu numa época em que Hitler tentava dominar a Europa, mas também para quem quiser ler um relato humano sobre amor, entre-ajuda e esperança.
Absolutamente a não perder.
